Mas, quanta gente ainda vai precisar morrer pra gente aprender a reagir? Pra gente se tocar que, não, as coisas não acontecem só com os outros? Que dirigir quase embriagado também dá morte? Que “fazer acordo” para ganhar seguro-desemprego e furar a fila do pão também são exemplos de corrupção? Quantos estádios modernos de futebol a gente ainda vai erguer para esquecer que tem gente morrendo na fila de um hospital grotesco? Se o seu apêndice estourar no meio da Copa, amigo, imagina a festa. Eu acho que nossa cara já está dormente de tanto apanhar. Tanto que a gente quase não sente mais nada, nem por nós mesmos, que dirá pelos outros.
Gabito Nunes.  (via s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r)

E, mais uma vez, não tinha ninguém por perto para me ouvir chorar.
Os 13 porquês.   (via vestigiar)



Talvez amanhã eu não pense tanto em você, talvez seu nome não venha tanto na minha cabeça. Talvez não sinta sua falta. Talvez não ouça algumas musicas só porque me lembram você. Talvez eu sinta menos saudade sua. Talvez amanha eu sinta menos, ame menos. Talvez.
 Se eu pudesse.  (via 7-belos)




Quantos segredos você consegue guardar?
Artic Monkeys. (via ansiei)






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“[…] Eu cansei de ler livros e ver filmes clichês e não viver o mesmo. Acho que eu não nasci pra dividir uma vida com alguém, mas eu queria, sabe? Queria poder ver um filme com alguém, abraçando-lhe forte, dormir de conchinha e ter aquelas discussões que acabam em beijos… acho que eu realmente não tenho vocação pra amar.”
i find shelter, in this way

theme by nostalgia-surreal; details by l-oveyourself.
Bárbara, 16, Brazil.
i need you forevermore
Meus
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